• Por: Garantidora Duplique Desembargador
  • 24/12/2014

O elevador parou. O que fazer?

Uma das situações que requer mais cuidado na relação entre o passageiro e o elevador é quando o equipamento para de repente, em função de falta de energia ou de alguma falha do funcionamento. Quando isso ocorre é comum, num primeiro momento, as pessoas ficarem assustadas. Ficar preso pode parecer a pior das situações, mas […]

Uma das situações que requer mais cuidado na relação entre o passageiro e o elevador é quando o equipamento para de repente, em função de falta de energia ou de alguma falha do funcionamento.
Quando isso ocorre é comum, num primeiro momento, as pessoas ficarem assustadas. Ficar preso pode parecer a pior das situações, mas é importante saber que, nesses casos, por questões de segurança, o elevador é projetado para deixar o passageiro retido. Por isso, saber administrar esta situação sem entrar em pânico ou arriscar a própria vida é fundamental.
Projetados para manter o mesmo nível de segurança durante essas ocorrências, os elevadores não representam nenhum perigo ao passageiro. Muito pelo contrário. “Ficar dentro do elevador, esperando o resgate é muito mais seguro do que tentar sair a qualquer preço”, afirma Victor Spinelli, Coordenador Nacional de Serviços da Thyssenkrupp Elevadores.
As estatísticas comprovam que a maior incidência de acidentes com elevador está relacionada a atitudes incorretas no resgate de passageiros ou na precipitação do usuário em forçar a saída sem o auxílio de pessoal especializado. Por isso, o condomínio deve ter muito claro e formalizado quais são os procedimentos que devem ser adotados nesses casos.
Em primeiro ligar, o passageiro não deve aceitar a ajuda de pessoas não habilitadas para sair do elevador e nem tentar sair sozinho. “O correto é pedir ajuda através do botão de alarme ou no interfone, permanecer calmo, de preferência sentado, e aguardar a equipe técnica”, orienta Spinelli.
Informação e conscientização
Para evitar problemas no resgate de passageiros a Thyssenkrupp Elevadores oferece cursos para porteiros, zeladores e síndicos de edifícios com elevadores sob sua manutenção técnica. O objetivo é conscientizá-lo dos riscos e responsabilidades de um resgate inadequado.
“As pessoas não sabem que o zelador nem sempre está habilitado para resgatar o passageiro de dentro do elevador. A informação disseminada culturalmente é que este profissional é habilitado para este serviço, mas isso nem sempre é correto”, enfatiza o engenheiro da Thyssenkrupp Elevadores.
Durante os cursos, os profissionais recebem informações sobre como funciona o elevador, quais são os cuidados que devem ser tomados para garantir seu pleno funcionamento e quais são os procedimentos corretos para evitar problemas ou acidentes, visando a segurança dos passageiros transportados. A programação inclui palestras com demonstrações em vídeo e debates sobre os temas apresentados.
Empresas como a Thyssenkrupp já disponibilizam sistemas de no brake para elevadores. No que consiste?
A empresa disponibiliza um banco de baterias que fornece energia elétrica para o elevador continuar com seu funcionamento até atingir um pavimento segura, para o desembarque de seus passageiros. Este sistema é altamente vantajoso para prédios que não dispõe de geradores de energia elétrica, evitando a parada completa do elevador. A Thyssenkrupp Elevadores alerta também que os passageiros que se depararem com esta situação deverão manter a calma dentro da cabina e nunca forçar a abertura das portas, o que poderá acabar dificultando o trabalho da equipe de resgate.
Recomendações para administradores, zeladores, porteiros e moradores são:
>Chame a empresa responsável pela assistência técnica do elevador e informe que existe passageiro retido;
>Indique em qual andar o elevador está parado;
>Contate o passageiro e procure tranquilizá-lo. Se possível, converse com ele até a assistência técnica chegar;
>Oriente o passageiro para não tentar sair da cabina e informe que as providências já estão sendo tomadas;
>Em situações graves, fora de controle, acione também o Corpo de Bombeiros.
Fonte: Seu Elevador, publicação editada pela Thyssenkrupp Elevadores

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