• Por: Duplique Desembargador
  • 16/12/2013

Educador de cães evita conflitos em condomínio

Os cachorros trazem alegria ao lar, são companheiros e fiéis aos donos. Tanto carinho faz as pessoas ofertarem excesso de mimo e se esquecerem de dar limites. Aí vêm os problemas, que ultrapassa o espaço privado nos condomínios, com os latidos constantes e ataques no elevador. Mesmo que todos tenham direito de ter animais de […]

Os cachorros trazem alegria ao lar, são companheiros e fiéis aos donos. Tanto carinho faz as pessoas ofertarem excesso de mimo e se esquecerem de dar limites. Aí vêm os problemas, que ultrapassa o espaço privado nos condomínios, com os latidos constantes e ataques no elevador. Mesmo que todos tenham direito de ter animais de estimação, quando passa a atrapalhar a vida dos demais é hora do animal e do proprietário terem novas posturas. A solução pode ser contratar um educador de cães.treinador de cães

De acordo com o educador canino, Tito Castilhos, o cachorro é um animal de matilha, em que existe uma hierarquia. O líder é responsável por conduzir e proteger os demais. Se ele se sentir o dominante, “vai definir quem pode e não chegar perto do dono e responderá com latidos e até avançar, por isso é tão importante o dono mostrar domínio”, descreve Tito.

Soluções

A advogada Bruna Colossi, moradora do edifício Nossa Senhora de Fátima, em Balneário Camboriú passou por dificuldades com a rebeldia de suas duas cadelas Pequinês, Brenda e Babi. “Era só tocar o interfone e elas começavam a latir”, lembra ela, que contratou o serviço do educador. “Na verdade o treinamento é mais para o dono de que para o cão. Aprendi a controlar a situação”, conta. Segundo Castilhos, primeiramente é preciso dar ordens através de sons, se não for obedecido, então tem que dar uma punição, nunca violenta.

A comerciante Mirian Triches, dona da cadelinha da raça Sharpei, chamada Sheron, também sofreu com os excessos do animal, como pular nos vizinhos. “Percebia que incomodava até porque nos murais eram colocadas às reclamações e lembretes. Com o trabalho feito pelo educador, agora ela desce sentada no canto do elevador e sai calma quando a porta abre. É um alívio”, confessa a moradora do edifício João Sandri.

Fonte: CondomínioSC

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